sábado, 7 de março de 2009
Mantras do Sat-Sanga- 6-3-2009
ÔM JAY GURU, SHRÍ GURU, ÔM JAY
Texto:
ÔM jay Guru, Shrí Guru, ÔM jay (4x)
ÔM jay Dêví ( as mulheres vocalizam Dêva), Shrí Dêva, ÔM jay (4x)
ÔM jay Gangá, Shrí Gangá, ÔM jay (4x)
Breve explicação sobre o mantra:
Guru é professor, instrutor de uma matéria, seja esta qual for (matemática, português, inglês, francês, geografia, filosofia, história, etc)
Dêví é a divindade feminina e dêva a masculina ( a mulher é considerada um dêví, pois é ela quem gera a vida, não é termo místico e não tem conotação religiosa)
Gangá é outro nome dado a Shiva e ao Rio Ganges..
Jay: pode ser traduzido como salve...
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JAYA SHIVA SHAMKARA BHÔM
Texto
Jaya Shiva ShaMkara, bhôm, bhôm , Hara, Hara (2x)
Hara, Hara, Hara, Hara Hari bol Harê (2x)
Shiva, Shiva, Shiva, Shiva, Shiva ádi sundara (2x)
Hara, Hara, Hara, Hara , ádi sundara (2x)
Hê Paramêshwara daya karô (2x)
Ouça o mantra:
http://yogacaldas.blogspot.com/2008/06/yga-em-peniche-new_10.html
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JAYA SHIVA SHAMKARA UMÁPATÊ
Texto
Jaya Shiva ShaMkara Umápatê
Shambhô ShaMakara Pashupatê
Jagadíshwara Paramêshwara
GaÑgadhara Shiva PárvatíramaNa
---------------------------------------------------------------
SHIVAYA ÔM
Shivaya ÔM, Shivaya ÔM (2x)
Namah Shiva, namaH Shivaya ÔM
Namah Shiava, namaH Shivaya ÔM
Namah Shiva, namaH Shivaya ÔM
------------------------------------------------------------------
JAYA GANÊSHA PÁHI MÁM
Texto:
Jaya Ganêsha, jaya Ganêsha, jaya Ganêsha páhi mám,
Shrí Ganêsha, Shrí Ganêsha, Shrí Ganêsha, raksha mám.
(2x)
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ÔM NAMAH SHIVAYA
Texto
ÔM Namah Shivaya (8x)
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Mantras retirados da apostila 108 mantras- Mestre Carlos Cardoso
Postado por Regina Wiese Zarling
Acesse o blog do DeRose: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose
Texto:
ÔM jay Guru, Shrí Guru, ÔM jay (4x)
ÔM jay Dêví ( as mulheres vocalizam Dêva), Shrí Dêva, ÔM jay (4x)
ÔM jay Gangá, Shrí Gangá, ÔM jay (4x)
Breve explicação sobre o mantra:
Guru é professor, instrutor de uma matéria, seja esta qual for (matemática, português, inglês, francês, geografia, filosofia, história, etc)
Dêví é a divindade feminina e dêva a masculina ( a mulher é considerada um dêví, pois é ela quem gera a vida, não é termo místico e não tem conotação religiosa)
Gangá é outro nome dado a Shiva e ao Rio Ganges..
Jay: pode ser traduzido como salve...
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JAYA SHIVA SHAMKARA BHÔM
Texto
Jaya Shiva ShaMkara, bhôm, bhôm , Hara, Hara (2x)
Hara, Hara, Hara, Hara Hari bol Harê (2x)
Shiva, Shiva, Shiva, Shiva, Shiva ádi sundara (2x)
Hara, Hara, Hara, Hara , ádi sundara (2x)
Hê Paramêshwara daya karô (2x)
Ouça o mantra:
http://yogacaldas.blogspot.com/2008/06/yga-em-peniche-new_10.html
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JAYA SHIVA SHAMKARA UMÁPATÊ
Texto
Jaya Shiva ShaMkara Umápatê
Shambhô ShaMakara Pashupatê
Jagadíshwara Paramêshwara
GaÑgadhara Shiva PárvatíramaNa
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SHIVAYA ÔM
Shivaya ÔM, Shivaya ÔM (2x)
Namah Shiva, namaH Shivaya ÔM
Namah Shiava, namaH Shivaya ÔM
Namah Shiva, namaH Shivaya ÔM
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JAYA GANÊSHA PÁHI MÁM
Texto:
Jaya Ganêsha, jaya Ganêsha, jaya Ganêsha páhi mám,
Shrí Ganêsha, Shrí Ganêsha, Shrí Ganêsha, raksha mám.
(2x)
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ÔM NAMAH SHIVAYA
Texto
ÔM Namah Shivaya (8x)
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Mantras retirados da apostila 108 mantras- Mestre Carlos Cardoso
Postado por Regina Wiese Zarling
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sexta-feira, 6 de março de 2009
Amizade
Amizade que partilha,
companheirismo que participa,
parceria que ajuda,
cumplicidade que assume.
Um olhar doce,
um sorriso espontâneo
uma palavra sincera
um gesto que comove.
O prazer de estar junto
a alegria de escutar sua voz,
a companhia para comer
o alívio de uma confidência escutada com afeto.
O valor de um abraço apertado e longo,
o calor de uma mão para segurar,
o abrigo de um ombro onde pousar a emoção,
o amparo de um coração que enxugue as lágrimas.
Tudo isso quero ser,
Tudo isso quero ter,
para você, Meu Amigo,
enquanto eu possa viver.
Poema retirado do livro Mensagens- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
Acesse o blog do DeRose: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose
companheirismo que participa,
parceria que ajuda,
cumplicidade que assume.
Um olhar doce,
um sorriso espontâneo
uma palavra sincera
um gesto que comove.
O prazer de estar junto
a alegria de escutar sua voz,
a companhia para comer
o alívio de uma confidência escutada com afeto.
O valor de um abraço apertado e longo,
o calor de uma mão para segurar,
o abrigo de um ombro onde pousar a emoção,
o amparo de um coração que enxugue as lágrimas.
Tudo isso quero ser,
Tudo isso quero ter,
para você, Meu Amigo,
enquanto eu possa viver.
Poema retirado do livro Mensagens- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Atitudes Que Podem Salvar o Planeta- Economize água

Conserte vazamentos de torneiras, banheiro ou canos de água. Lembre-se de que um pequeno vazamento pode causar um grande desperdício de água. Regue jardins e gramados apenas se necessário e, quando o fizer, molhe as plantas pela manhã ou pela tarde para reduzir a evaporação.
Postado por Regina W. Zarling
Acesse também o blog do DeRose:http://www.uni-yoga.org/blogdoderose
Postado por Regina W. Zarling
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Nádís, Os Meridianos de Energia
Nádís são os meridianos ou canais de energia vital que vascularizam todo o nosso corpo. Nadí é o feminino de náda, que significa som. Nadí significa rio, corrente ou torrente. Realmente, sua associação com a palavra náda é muito ilustrativa, pois as nádís, pela passagem da energia vital, produzem uma vibração que é captada como som pelo aparelho auditivo bem treinado.
A tradição menciona 72.000 nádís, mas é claro que esse número é simbólico. Cada pessoa possui um número diferente de veias, artérias, arteríolas e capilares. Da mesma forma, cada qual tem um número diferente de nádís, uma vez que esse número é alterado de acordo com as circustâncias, da mesma forma como ocorre no sistema circulatório.
As principais nádís são idá, píngalá e sushumná, sendo esta última a mais importante de todas, pois é por ela que a energia da Kundaliní deverá ascender.
Sushumná é uma nadí do plano físico energético. Ela possui uma contraparte astral denominada vajriní e outra mental chamada chittriní.
Cada nádí tem um calibri diferente e, como tal,produz uma vibração distinta, assim como um diapasão de sopro sobre constante passagem do ar. Isso é captado pelo ouvido interno e interpretado como som, um som diferente para cada nádí ou pétala dos chakras. Esse som é representado por uma letra do alfabeto dêvanágarí. Ele é denominado bíja mantra da pétala. A fusão de todos esse bíja mantras das pétalas de cada chakra resultam no som do chakra ou seu bíja mantra, isto é, o som-semente do respectivo chakra. Por meio da emissão desse som pelas cordas vocais, podemos estimular os chakras por ressonância. E eles respondem muito bem.
Alguns praticantes parecem não acreditar que estejamos falando de temas técnicos, cujos efeitos são bem concretos, e tendem a inobservar esta ou aquela recomendação. Contudo mesmo mantra pode ter consequências destrutivas se for praticado sem responsabilidade.
Retirado do livro Chakras, Kundaliní e Poderes Paranormais- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
Leia o blog do DeRose: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose.
A tradição menciona 72.000 nádís, mas é claro que esse número é simbólico. Cada pessoa possui um número diferente de veias, artérias, arteríolas e capilares. Da mesma forma, cada qual tem um número diferente de nádís, uma vez que esse número é alterado de acordo com as circustâncias, da mesma forma como ocorre no sistema circulatório.
As principais nádís são idá, píngalá e sushumná, sendo esta última a mais importante de todas, pois é por ela que a energia da Kundaliní deverá ascender.
Sushumná é uma nadí do plano físico energético. Ela possui uma contraparte astral denominada vajriní e outra mental chamada chittriní.
Cada nádí tem um calibri diferente e, como tal,produz uma vibração distinta, assim como um diapasão de sopro sobre constante passagem do ar. Isso é captado pelo ouvido interno e interpretado como som, um som diferente para cada nádí ou pétala dos chakras. Esse som é representado por uma letra do alfabeto dêvanágarí. Ele é denominado bíja mantra da pétala. A fusão de todos esse bíja mantras das pétalas de cada chakra resultam no som do chakra ou seu bíja mantra, isto é, o som-semente do respectivo chakra. Por meio da emissão desse som pelas cordas vocais, podemos estimular os chakras por ressonância. E eles respondem muito bem.
Alguns praticantes parecem não acreditar que estejamos falando de temas técnicos, cujos efeitos são bem concretos, e tendem a inobservar esta ou aquela recomendação. Contudo mesmo mantra pode ter consequências destrutivas se for praticado sem responsabilidade.
Retirado do livro Chakras, Kundaliní e Poderes Paranormais- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
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terça-feira, 3 de março de 2009
Demonstrações Públicas de Afeto

Bom, se fosse apenas afeto, é lindo. Uma experiência emocionante é presenciar um casal carinhoso. Mas quando passa disso, os outros à sua volta começam a se sentir desconfortáveis. Ou por sentir que estão atrapalhando o love dos apaixonados pombinhos, ou porque dá vontade de entrar na festa. Afinal, essas coisas são contagiantes.
Assistir a uma cena explícita de longos beijos e amassos mexe com os nossos hormônios e a coisa fica feia. Se você é adepto de efusivas manifestações públicas de paixonite não reclame se os outros ficarem com água na boca e acabarem cortejando seu/sua cara-metade.
Se nós que somos de linha tântrica, que cultiva a sensorialidade, sentimo-nos assim, imagine uma pessoa comum ou uma de tendência brahmácharya, linha comportamental restritiva, à qual pertence a maioria dos indianos- e dos ocidentais também.
Por isso,quando viajar à Índia, seja exageradamente discreto nas manifestações de afeto, mesmo com os seus amigos ou amigas ocidentais do sexo oposto. Os homens entre si,podem expressar seu carinho de forma liberal e podem até andar de mãos dadas. Já entre senhoras, o comportamento é mais comedido. Entre marido e mulher, no entanto, o carinho limita-se às cordialidades recíprocas.
Evidentemente, esta é a nossa visão da coisa, pois na América Latina somos expansivos e a primeira coisa que fazemos ao ser apresentados à esposa do amigo é dar-lhe um beijo. Se você fizer isso na Índia, não nos responsabilizaremos pelas consequências.
Como existem dezenas de etnias e um sem -número de castas, cada qual com seus costumes, por medida de segurança não use nem aperto de mão.
Se for homem não toque nenhuma senhora, nem para cumprimentar. Não olhe insistentemente. Evite ficar num mesmo ambiente da casa sozinho com uma senhora, a menos que seja idosa.
Se tratar-se de mulher ocidental, não toque nos homens sob nenhum pretexto e não converse com eles usando muita descontração, não sorria demais, não olhe demais nos olhos, evite cabelos soltos. Jamais use roupa que mostre os joelhos. Essas atitudes são muito mal interpretadas.
No código de comportamento deles, a ocidental que agir em desacordo com o que foi dito estará sinalizando que é mulher fácil. Se você agir errado, aguente firme a reação que vier em seguida. E não os culpe, há mais de 2.000 anos repete-se a lição áurea para os viajores: em Roma, deve-se agir como os romanos.
Texto retirado do livro Boas Maneiras- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
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Assistir a uma cena explícita de longos beijos e amassos mexe com os nossos hormônios e a coisa fica feia. Se você é adepto de efusivas manifestações públicas de paixonite não reclame se os outros ficarem com água na boca e acabarem cortejando seu/sua cara-metade.
Se nós que somos de linha tântrica, que cultiva a sensorialidade, sentimo-nos assim, imagine uma pessoa comum ou uma de tendência brahmácharya, linha comportamental restritiva, à qual pertence a maioria dos indianos- e dos ocidentais também.
Por isso,quando viajar à Índia, seja exageradamente discreto nas manifestações de afeto, mesmo com os seus amigos ou amigas ocidentais do sexo oposto. Os homens entre si,podem expressar seu carinho de forma liberal e podem até andar de mãos dadas. Já entre senhoras, o comportamento é mais comedido. Entre marido e mulher, no entanto, o carinho limita-se às cordialidades recíprocas.
Evidentemente, esta é a nossa visão da coisa, pois na América Latina somos expansivos e a primeira coisa que fazemos ao ser apresentados à esposa do amigo é dar-lhe um beijo. Se você fizer isso na Índia, não nos responsabilizaremos pelas consequências.
Como existem dezenas de etnias e um sem -número de castas, cada qual com seus costumes, por medida de segurança não use nem aperto de mão.
Se for homem não toque nenhuma senhora, nem para cumprimentar. Não olhe insistentemente. Evite ficar num mesmo ambiente da casa sozinho com uma senhora, a menos que seja idosa.
Se tratar-se de mulher ocidental, não toque nos homens sob nenhum pretexto e não converse com eles usando muita descontração, não sorria demais, não olhe demais nos olhos, evite cabelos soltos. Jamais use roupa que mostre os joelhos. Essas atitudes são muito mal interpretadas.
No código de comportamento deles, a ocidental que agir em desacordo com o que foi dito estará sinalizando que é mulher fácil. Se você agir errado, aguente firme a reação que vier em seguida. E não os culpe, há mais de 2.000 anos repete-se a lição áurea para os viajores: em Roma, deve-se agir como os romanos.
Texto retirado do livro Boas Maneiras- DeRose
Postado por Regina W. Zarling
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Sorvete Natural, Instantâneo e Caseiro
Mais uma vez o liquidificador, o leite e o gelo. Adicione alguma fruta doce ou chocolate ( não implique com o chocolate!) A diferença é que você vai acrescentando mais uma e mais outra pedra de gelo aos poucos, até que o liquidificador tenha dificuldade de bater porque congelou a mistura. Se desejar, que fique mais cremoso, adicione creme de leite ou leite em pó ou yoghurt. O tempo de preparação é de alguns segundos. Sorvete instantâneo, natural e caseiro.
Receita do livro Alimentação Vegetariana Chega de Abóbrinha- DeRose
Postado por Regina Wiese Zarling
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