segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Recados
Flor, fruta e comidinha.
Traga seus amigos e familiares.
Fecharemos entre o Natal e o ano-novo. Último dia de aula sábado 22, retornaremos na quarta, dia 2.
Aniversariantes da semana:
18 - Julio Ramires (Juka) - yôgin
27 - Pedro Camargo - sádhaka.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Prána, a energia vital

Prána é o nome genérico que se dá a qualquer forma de energia manifestada biologicamente. Logo, calor e eletricidade são formas de prána, desde que manifestadas por um ser vivo. Por isso, apos os mantras e suas palmas, podemos aplicar as mãos sobre um chakra que queiramos desenvolver, sobre uma articulação que desejemos melhorar ou sobre um orgão que precise de algum reforço de vitalidade ou regeneração.
Prána, no sentido genérico, é uma síntese de energia de origem solar e que encontra-se em toda parte: no ar, na água, nos alimentos, nos organismos vivos. Assim, nossas fontes de reabastecimento pránico são o Sol, o ar que respiramos, o ar livre tocando nosso corpo, a água que bebemos, os alimentos que ingerimos. Podemos aumentar ou reduzir a quantidade de prána dos alimentos. O cozimento, por exemplo, reduz o prána.
O prána pode ser visto e fotografado. Para vê-lo a olho nu, basta dirigir o olhar para o céu azul num dia de sol. Divise o infinito azul do céu. Pouco a pouco, começará a perceber miríades de pontos luminosos, extremamente dinâmicos, que realizam trajetorias curvas e sinuosas, com grande velocidade e brilho. Não confunda isso com fenomenos oticos, os quais também ocorrem, mas não guardam semelhança alguma com a percepção do prána. Quanto a fotografá-lo, a kirliangrafia já vem sendo estudada há quase meio século e conta com um acervo bastante eloqüente.
Prána (genérico) divide-se em cinco pránas específicos:
prána | localizado no peito |
apána | localizado no ânus |
samána | localizado na região gástrica |
udána | localizado na garganta |
vyána | localizado no corpo todo |
Os mais importantes são prána e apána, pelo fato de terem polaridades opostas. Prána é positivo e apána é negativo. Dessa forma, quando conseguimos fazer com que se encontrem, (por exemplo, levantando apána por meio do múla bandha) os dois polos opostos resultam numa faísca que é o início do despertamento da kundaliní.
Além dos pránas, há também o conhecimento dos sub-pránas que exercem funções muito particulares, tais como o piscar dos olhos, o bocejo e outros. Esses sub-pránas denominam-se krikára, kúrma, etc.
Podemos influenciar a quantidade de prána que flui pelos respectivos canais, atuando sobre os chakras principais e sobre os secundários. Os principais, na verdade, controlam toda a malha de chakras secundários, regulando-os. No entanto, podemos proceder a uma sintonia fina, estimulando ou sedando os chakras secundários, que são mais ligados as funções dos orgãos físicos. Nisso, a acupuntura, o shiatsu, a mosha e o do-in são muito eficientes.
Artigo extraído do livro Chakras e Kundaliní e poderes paranormais, autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Recados da semana
Sat Chakra de Natal
Dia 19 de dezembro, às 21h
* concurso de culinária (faça seu prato)
* demonstração de coreografias
* revelação do amigo-secreto
Traga seus amigos e familiares!
Não entraremos em férias. A escola fechará apenas entre os dias 24/12 e 1/1/8.
Aniversariantes da semana:
6 - Angelis Trés - sádhaka
7 - Ligia Colauto - yôginí
8 - Fernanda Proche - sádhaka
9 - Simone Kotkoski - sádhaka
10 - Alexandra Gil - aspirante.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Meditação é parte do Yôga
Primeiro exemplo
Imagine uma pessoa que pratique esportes. Essa pessoa desenvolve toda a musculatura do corpo de forma equilibrada, ou quase. Mas o que ocorreria se um desportista resolvesse só exercitar braço e não pernas, nem tórax, nem abdômen, nem dorsais, e pior: só um braço? Praticaria rosca direta com cada vez mais peso só com o seu braço direito, para poder exibi-lo na praia. O resultado cultivaria um aleijão, com perninhas de periquito, barriguinha de chopp e um braço mais forte que o outro como um caranguejo patola ou uma vítima de elefantíase. Se não tivesse feito nenhum exercício físico poderia estar fora de forma, poderia ser magrela ou gorducho, mas sempre tenderia a uma certa harmonia dentro do seu biotipo. Não seria uma anomalia.
Quando alguém pratica só um anga, por exemplo, só meditação, ou só mantra, ou só ásana, etc., o resultado é o desequilíbrio como o do exemplo acima. Melhor seria não praticar nada, pois, nesse caso, a natureza manteria uma relativa harmonia de conjunto.
Segundo exemplo
A meditação é o fenômeno produzido pelo funcionamento do ájña chakra, situado entre as sobrancelhas. Os chakras, como já estudamos anteriormente, são dinamizados pelo influxo da kundaliní. Logo, se o praticante não preparar seu sistema biológico para que a energia formidável da kundaliní ascenda gradualmente, chakra após chakra, até o ájña, a energia não conseguirá subir, o que equivale a dizer que o praticante não conseguirá meditar. Poderá iludir-se e pensar que está meditando, mas não estará. E se insistir muito, durante muito tempo, e acabar conseguindo atrair a energia para esse chakra, pior ainda. Pois a energia da kundaliní é física e deverá fluir medula espinhal acima, por dentro de meridianos de força que precisam estar perfeitamente desobstruídos, através de uma coluna vertebral flexível e mediante uma série de outros cuidados. Tal energia não poderá sair pelo lado de fora do corpo, por onde não existe a anatomia dos canais de vascularização pránica, e chegar ao ájña; ou aparecer nesse chakra por um toque de mágica.
Se a insistência em fazer meditação criar uma sucção da kundaliní na região da cabeça e essa energia for forçada a subir sem que haja canais desobstruídos, ela o fará rompendo e queimando tudo o que encontrar pela frente. Poderá, ainda, romper algum duto e vazar, destruindo os tecidos dos órgãos adjacentes. Nesse caso, ocorreriam distúrbios no sistema nervoso e outros.
Artigo extraído do livro Meditação e autoconhecimento Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org